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Nas manifestações de ontem, 29/11, em São Paulo/SP, Lobão usou os termos adequados para se referir aos que apareciam pedindo intervenção militar. Veja o vídeo e depois comento:

Eu acho que este tipo de discurso é o ideal. Este é um exemplo de posicionamento de fato. Lá pelas tantas, um grupo a favor da intervenção militar foi expulso do protesto. Pena que tudo isso foi tarde demais, pois os danos à imagem da direita foram muito grandes durante o mês de novembro.

No início de novembro, manifestantes diziam “eu não defendo intervenção militar”. Mas qual o significado prático de “não se defender” algo?

Retorno ao exemplo do estupro. Se um cidadão invade sua casa para estuprar sua esposa, e você tem meios de defendê-la, qual sua posição? Você posiciona como alguém “que não defende o estupro” ou “que é contra o estupro”? Veja a diferença, que obviamente no primeiro caso convidaria…

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