Depois da baixa mobilização das manifestações de 29/11, está na hora de passar os efeitos da anestesia

manifs

Nas manifestações de ontem, 29/11, em São Paulo/SP, Lobão usou os termos adequados para se referir aos que apareciam pedindo intervenção militar. Veja o vídeo e depois comento:

Eu acho que este tipo de discurso é o ideal. Este é um exemplo de posicionamento de fato. Lá pelas tantas, um grupo a favor da intervenção militar foi expulso do protesto. Pena que tudo isso foi tarde demais, pois os danos à imagem da direita foram muito grandes durante o mês de novembro.

No início de novembro, manifestantes diziam “eu não defendo intervenção militar”. Mas qual o significado prático de “não se defender” algo?

Retorno ao exemplo do estupro. Se um cidadão invade sua casa para estuprar sua esposa, e você tem meios de defendê-la, qual sua posição? Você posiciona como alguém “que não defende o estupro” ou “que é contra o estupro”? Veja a diferença, que obviamente no primeiro caso convidaria…

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Mesquita de Curitiba é um marco da luta contra o preconceito

Curitiblog

Muçulmanos tentam pregar a compreensão e recebem turistas de braços abertos.

Por Mariana Ceccon

Fundada em 1972, a Mesquita Imam Ali ibn Abi Tálib, em Curitiba, no bairro São Franscico, é um templo único em todos os sentidos. Em maio de 2012, a mesquita completou 40 anos de existência e há 30 anos que está aberta a visitações do público não islâmico. Na Iman Ali, basta tirar os sapatos, cobrir gentilmente a cabeça com um véu (no caso das mulheres) e deixar os preconceitos de lado, para conhecer uma religião que é seguida por 30% da população mundial. Mas, muito além de ser um local atraente para os turistas, a mesquita é um dos poucos templos no mundo que recebe de braços abertos, membros de grupos diferenciados do islamismo, sunitas e xiitas, em um mesmo culto.

O culto muçulmano é feito nas sextas-feiras às 12h30. Crédito: Marina Feldman

A arquitetura

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